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Cafu

Ele nunca teve vida fácil. Nem na “vida fácil” de jogador de Seleção. Justo o que mais vestiu a camisa brasileira. O único futebolista que jogou três finais seguidas de Copas. Ele sempre teve de jogar mais do que sabe. Até para começar no São Paulo. Onde perdeu as contas de quantas peneiras foi desprezado. 

 

Em um ano de clube já era de seleção. Como volante. Em dois anos, como lateral, meia ou atacante, era bicampeão mundial e da Libertadores. Humilde como os grandes, sempre tentou ser melhor. Sem se sentir o tal. A inteligência tática admirável o ajudou a jogar como tudo e por todos. Aprendeu na raça e nas ruas do Jardim Irene, quando cruzou desafios com a habilidade que sempre negaram aos seus cruzamentos.

 

Não só levou o Brasil no peito, como levou a tarja de capitão no braço, em 2002. Campeão paulista, brasileiro, italiano, da Europa e do mundo. E nem precisava fazer tão bonito como fez ao receber nas mãos a Copa, no Japão. Quando levantou a taça e o próprio amor ao berço  e ao lar. A casa e o caso de amor do capitão.

 

Paixão 100% Jardim Irene. 110% família. De um profissional ligado no 220.

 

Marcos Evangelista de Moraes

São Paulo, 7 de junho de 1970

Lateral, volante, meia, atacante

São Paulo (1990-94); Zaragoza (1994-95);  Juventude (1995); Palmeiras (1995-97); Roma (1997-2003); Milan (2003-08).

Seleção Brasileira (1990-06).

150 jogos, 5 gols (pelo Brasil)

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