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Gilmar

Liderança na meta

Gilmar despontou como fenômeno em 1984, na Seleção Olímpica que disputou os Jogos de Los Angeles. Na ocasião, a equipe do Brasil era formada por atletas do Internacional e um ou outro reforço de outros times. Era um time mediano que acabou sendo a grande sensação do torneio, graças ao carisma e liderança do goleiro. E às suas grandes defesas. A medalha de prata premiou a campanha do escrete desacreditado.

Mesmo com o sucesso inicial na Seleção, porém, a história de Gilmar está mais ligada aos clubes que defendeu. Ele começou sua carreira em 1980, no Internacional de Porto Alegre. Lá conquistou o tetracampeonato gaúcho. Cinco anos depois desembarcou em São Paulo para defender o tricolor paulista.

Novamente fez sucesso e virou um dos principais líderes de um time que ganhou o Campeonato Brasileiro em 1986, além de três paulistas entre 1985 e 1989. Um episódio que ilustra a personalidade de um goleiro que nunca se impressionou com os próprios erros é a resposta que deu a um repórter de campo, em 1989, depois de falhar em um lance que resultou numa derrota do São Paulo. "Bola na pequena área não é do goleiro, Gilmar?", perguntou o repórter. "Era", respondeu friamente o arqueiro.

Com mais este ciclo vitorioso encerrado, Gilmar foi defender as cores do Flamengo. Chegou conquistando o título carioca em 1991 e caiu nas graças da torcida. No ano seguinte, ao lado de Júnior, levou mais um time mediano ao céus. De novo, foi campeão brasileiro. A firmeza e segurança com que defendeu o gol rubro-negro garantiram-lhe a convocação para a Copa de 1994.

Fez um rodízio com outro goleiro, Zetti, no banco de reservas, mas não entrou em nenhuma partida. Ao todo, fez apenas 15 jogos na Seleção Brasileira. Logo depois da Copa, abandonou os campos. Mas não o futebol. Participou da Copa de 1998 como olheiro e, em 1999, assumiu a gerência de futebol do Flamengo. No cargo, ajudou o rubro-negro a conquistar dois títulos, mas, em 2000, depois de muitas desavenças internas, foi demitido.

Dessa forma, decidiu se aventurar como agente Fifa e abriu uma empresa, a Gilmar Sports. A partir dai, passou a representar jogadores como os atacantes Adriano, Washington, Reinaldo, entre outros.

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