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Pacoti

Pacoti

O que dizer de um jogador que chegou a ser conhecido como “Pelé Branco”? O apelido dos tempos de Vasco da Gama demonstra bem a qualidade do futebol que marcou a carreira de Francisco Nunes Rodrigues, o Pacoti. Artilheiro por onde passou, o cearense de Quixadá-CE é um dos grandes nomes da história do Ferroviário Atlético Clube.

Começou a carreira no Bangu, de Quixadá, em 1952. Dois anos depois chegou a Fortaleza para atuar pelo Nacional, o clube dos Correios e Telégrafos. Em 1955 envergou pela primeira vez a camisa do Tubarão da Barra, permanecendo pelos três anos seguintes. As boas atuações pelo Ferrão e Seleção Cearense valeram o convite para defender o Sport Recife. Foi artilheiro e campeão pernambucano de 1958 com 36 gols.

O passo seguinte foi o Rio de Janeiro, mais precisamente o Vasco da Gama. Foi titular da equipe no histórico supercampeonato de 1958, disputado em triangular de desempate com Botafogo e Flamengo. O faro de gol com a camisa cruzmatina valeu a comparação com Pelé na imprensa carioca. Após uma rápida passagem pela Portuguesa (1960) o desafio seguinte foi o Sporting de Lisboa (1961/1963), em pleno regime fascista português.

A sequência da carreira ainda contou com passagens por Olaria (1964) e Valência, da Venezuela (1965/66), até o retorno ao Ferroviário, onde encerrou a carreira.

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